Livro “Avista: Uma História de Vida”

A história de vida de uma jovem diabética é agora tema do meu novo livro

Post de divulgação do livro. Por: João Victor Veloso

Dois anos depois do lançamento do livro “Leve Tiros no coração”, eu lanço agora meu novo livro, que tem como nome, “Avista: Uma História de Vida”.  A obra tem 9 capítulos e traz a história da jovem enfermeira, Lisyê Kelly Bernardes Araujo, que descobriu a diabetes aos 8 anos de idade e veio a perder a visão, aos 23 anos.

Autor e personagem principal do livro Avista: Uma História de Vida, Luiz Henrique Gontijo e Lisyê Kelly Bernardes. Foto: Lorena Cássia
AVISTA: UMA HISTÓRIA DE VIDA

"Quando coloquei os olhos na história de Lisyê Kelly, aquela que havia sido minha aluna, cujos problemas de saúde eram de conhecimento de toda cidade onde moramos, vi que eu não sabia nada, absolutamente nada da vida de luta de sua mãe e, principalmente, dela mesma. É uma história de superação daquela mocinha rebelde, com vontade de 'viver tudo que há pra viver', mas que tropeçava numa doença que não permite excessos. __ Mas por que eu vejo tudo preto?Quando você, leitor, começar a leitura desta história de vida, coloque o coração em primeiro plano. O coração leva-nos por caminhos que nunca pensávamos trilhar, leva-nos a enxergar aquilo que está escondido num pequeno detalhe e nos faz aceitar aquilo que não podemos mudar, mas que podemos trabalhar para superar. As palavras são simples, o amor de mãe está presente em cada linha. O autor de 'Leve Tiros no Coração', Luiz Henrique, foi bastante atento à história de vida da menina, da adolescente, da mocinha Lisyê."Dáurea Pessoa Macedo

Posted by Luiz Henrique Gontijo on Thursday, January 9, 2020
Prefácio do Livro por Dáurea Pessoa Macedo

Quando olhamos uma situação de longe, sem sequer saber dos pequenos detalhes significativos de um acontecimento, fica fácil julgar ou emitir opiniões que não condizem com a realidade. O mundo em que vivemos e as pessoas com as quais convivemos estão mais preocupadas com aquilo que enxergam ou querem enxergar do que com aquilo que está invisível, escondido no mais íntimo do ser humano. Então, quando coloquei os olhos na história de Lisyê Kelly, aquela que havia sido minha aluna, cujos problemas de saúde eram de conhecimento de toda cidade onde moramos, vi que eu não sabia nada, absolutamente nada da vida de luta de sua mãe e, principalmente, dela mesma. É uma história de superação daquela mocinha rebelde, com vontade de “viver tudo que há pra viver”, mas que tropeçava numa doença que não permite excessos.

__ Mas por que eu vejo tudo preto?

Esta frase ficou marcada em minha memória e sei que não a esquecerei tão cedo. O que você faria se sua filha, depois de tantas lutas, obstáculos, idas e vindas, dissesse que estava vendo tudo preto? Diversos sentimentos passam pela cabeça das pessoas num momento como este: impotência, medo, revolta, vontade de desistir. Mas a mãe, naquele momento, tinha que se manter forte, transmitir esperança, mostrar caminhos. O coração de uma mãe é morada que ninguém decifra. E Deus, somente Ele, dá a força necessária para que ela supere tantos percalços.

Quando você, leitor, começar a leitura desta história de vida, coloque o coração em primeiro plano. O coração leva-nos por caminhos que nunca pensávamos trilhar, leva-nos a enxergar aquilo que está escondido num pequeno detalhe e nos faz aceitar aquilo que não podemos mudar, mas que podemos trabalhar para superar. As palavras são simples, o amor de mãe está presente em cada linha. O autor de “Leve Tiros no Coração”, Luiz Henrique, foi bastante atento à história de vida da menina, da adolescente, da mocinha Lisyê.

E enquanto lê esta história de vida, este alerta para as consequências que a diabete traz e os cuidados que os pacientes devem ter, aviste mais longe, pense que quem faz sua história é você. E quando vir esta mocinha corajosa andando por aí, amparada pela mãe, pense que elas nunca desistiram, que sempre buscaram entender as linhas que Deus traçou em suas vidas. Aviste aquilo que só o coração enxerga: o amor, a vontade de viver, uma luz interior que só você percebe. Aviste além da escuridão que os olhos veem para mudar seu caminho e aceitar o que não pode ser mudado porque nunca é tarde para recomeçar e ser feliz.

Design da capa do livro. Por: Rayane Silva